Não sou descendente de sírios ou libaneses, ou de qualquer lugar do mundo árabe, nem profissional de culinária. Mas cheguei ao extremismo cultural de começar a aprender o idioma árabe. E nessa vida de diletante, cometo, quase semanalmente, jantares árabes. Os amigos têm agradecido. Espero que os leitores também apreciem e os donos de restaurantes e cozinheiros profissionais não se ofendam com a minha intromissão, sou apenas um amador. Amo a culinária e a cultura árabe.